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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Sete jogadores na briga pela camisa 10 do Paysandu


No Paysandu, as opiniões são quase unânimes quanto à carência de um camisa 10 na temporada passada. Entre outros motivos, a ausência de um articular de jogadas em 2015 atrapalhou, em especial, na briga pelo acesso à Série A. Carlinhos, Rogerinho, Carlos Alberto, Leandro Canhoto, Valdívia, Edinho e Roni foram alguns dos nomes que tentaram, em vão, emplacar na posição. Para 2016, a diretoria bicolor contratou sete jogadores que serão os candidatos ao posto de principal articulador da equipe: Bruno Smith, Vélber, Marcelo Costa, John César, Celsinho, Marquinho e Raphael Luz. O técnico Dado Cavalcanti já afirmou que, sem Pikachu e João Lucas, laterais que acertaram com outras equipes, o Paysandu passará a ter as suas principais jogadas através do meio campo. Ainda de acordo com o treinador, o time titular deverá contar com dois meias, porém, apenas um carregará a camisa 10. Vélber, Marcelo Costa e Raphael Luz são conhecidos da torcida Alviceleste, enquanto que Marquinho é uma joia das categorias de base. Também existem atletas dados como apostas, como John César e Bruno Smith. Informação do GE.
“Costumo dizer que toda contratação é uma aposta, pois existe a questão da adaptação ao clima, cidade, treinador, companheiro de equipe, família... O objetivo maior era ficar com o máximo de atletas do ano passado para esse e possivelmente errar menos. Podemos dizer que nós trouxemos alguns reforços e temos algumas situações de jogadores que vieram em uma parceria, em um custo muito baixo e que não oneraram muito o clube. Essa questão custo benefício fez com que esses atletas viessem e eles serão avaliados com precaução”, disse Dado, sem citar nomes. John César, por exemplo, será avaliado em um período de 120 dias e, caso renda o esperado, terá o contrato renovado.
Dado Cavalcanti também falou, especificamente, sobre as contratações dos meias, evidenciando que terá bastante opções para as primeiras disputas do ano: Campeonato Paraense, e as Copas Verde e do Brasil. “Tenho mais opções de meio campistas em relação a números, cada um dentro da sua característica. Temos jogadores que estão bem abaixo do nível físico e que precisam evoluir muito. Alguns também precisam evoluir na questão técnica, mas, pelo em quantidade, temos mais opções do que tínhamos no ano passado. Invertemos um pouco a prioridade, hoje temos menos volantes e mais meias.” (Pararijos NEWS)