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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Preso o quinto envolvido na morte de família

 Galego confessa que participou do crime, mas nega ter matado alguma vítima Galego confessa que participou do crime, mas nega ter matado alguma vítima
O quinto envolvido no triplo assassinato em Altamira se apresentou ontem à polícia. Anderson de Goes Moraes, de 31 anos, mais conhecido como “Galego”, fugiu para a capital paraense três dias após o crime. Ele já estava com a prisão temporária decretada pela Justiça. Segundo as investigações, o motorista desempregado teve participação ativa no crime. O acusado confessou que esteve na residência da família com os outros criminosos no dia do fato, porém negou que tivesse de fato matado uma das três vítimas. Os empresários Luís Alves Pereira e Irma Buchinger Alves e o filho mais velho deles, Ambrosio Buchinger Neto, 27, foram mortos por asfixia mecânica no último dia 7, dentro de casa, na cidade de Altamira, sudoeste do Pará.
Outros quatro homens acusados de envolvimento nos assassinatos já foram presos, incluindo o filho caçula do casal, Henrique Buchinger Alves, 25, apontado pela polícia como o mandante do crime. As investigações continuam, e segundo informações preliminares, uma sexta pessoa ainda poderá ser presa a qualquer momento. A identidade desta pessoa, no entanto, não foi divulgada. Segundo o diretor de polícia especializada da Polícia Civil (PC), delegado Sílvio Maués, as investigações caminham para uma conclusão, quando deverão ser divulgados mais detalhes sobre todos os envolvidos, motivações e participação de cada um no triplo homicídio.
Anderson de Goes Moraes morava em Altamira, onde trabalhou como motorista e estava desempregado havia seis meses. Ele veio para Belém três dias após o crime e estava hospedado na casa de parentes. Convencida da participação dele nos homicídios, a Justiça acatou o pedido da polícia e decretou a prisão temporária do acusado, que é válida por 30 dias e pode ser renovada pelo mesmo período. Policiais tentaram dar cumprimento ao mandado de prisão duas vezes, porém nas duas ocasiões ele não foi encontrado. Sabendo que era procurado e que seria preso em uma questão de dias, Galego acionou um advogado e se apresentou ontem ao delegado Sílvio Maués. (Pararijos NEWS)