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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

‘Foi um ano muito ruim’ para Djalma

Destaque nas temporadas 2013 e 2014, Djalma atuou em apenas um dos 38 jogos do Papão na Série B de 2015Destaque nas temporadas 2013 e 2014, Djalma atuou em apenas um dos 38 jogos do Papão na Série B de 2015
O mundo de futebol está repleto de altos e baixos e não há como que contestar essa máxima. Há variados exemplos disso. No caso do Paysandu, este simbolismo pode ser perfeitamente aplicado no meio-campo e lateral direito Djalma, de 23 anos. Em 2013 e 2014, o jogador paraense, oriundo do município de Barcarena, destacou-se pela voluntariedade e pelo fato de ser polivalente, baseando o seu jogo na velocidade. Foi titular com vários treinadores, em especial, Mazola Júnior, que o colocou para fazer uma dobradinha com o Yago Pikachu pelo corredor direito.
Em 2015, no entanto, foi uma espécie de inferno astral analisando o campo estritamente profissional. Djalma foi pouco utilizado nas competições do primeiro semestre. Na Série B, atuou em apenas uma partida e, depois, foi relegado a um terceiro, quarto plano. Não é exagero dizer que o meia sumiu da equipe. De acordo com o atleta, não se tratou de uma escolha técnica ou tática.
Na entrevista exclusiva à reportagem, Djalma deixou claro que não tinha um bom relacionamento com o treinador Dado Cavalcanti e, em tom de indefinição, considerou o futuro indefinido, garantindo que há possibilidade de uma transferência internacional. Ele tem contrato de mais um ano com o Paysandu e, de acordo com a diretoria, pode ser emprestado para o futebol paulista.

Djalma, qual a avaliação do ano?

  •  Foi um ano triste para mim pelo fato de não poder ter jogado frequentemente pelo Paysandu, não ajudei. Não pude contribuir e isso me entristeceu. Mas, coletivamente, o ano foi bom. Nós fizemos uma Série B muito legal. Ficamos duas ou três vezes na liderança. Foi um ano bom, principalmente, para o Yago Pikachu, que se destacou nacionalmente e vai seguir o seu outro rumo agora. (Pararijos NEWS)