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segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

“FALTOU RAÇA”


Superação Zé Augusto sempre mostrou disposição para lutar por vitórias no Paysandu - Superação Zé Augusto sempre mostrou disposição para lutar por vitórias no Paysandu - Ivan Duarte / EspecialSuperação Zé Augusto sempre mostrou disposição para lutar por vitórias no Paysandu - Superação Zé Augusto sempre mostrou disposição para lutar por vitórias no Paysandu - Ivan Duarte / Especial
Se há excesso de boas lembranças no passado, o presente traz uma reflexão e, até certo ponto, uma frustração. O Paysandu de 2015 teve uma chance de ouro para obter o acesso à Série A do Campeonato Brasileiro, contudo, caiu de produção na reta final e acabou terminando na sétima posição da competição, distante cinco pontos da zona do G-4. As justificativas para o final frustrante são avaliadas internamente. No entanto, a hipótese de que faltou raça é algo defendido até pelo presidente do Paysandu, Alberto Maia. Quando foi homenagear Ari, Maia lembrou do assunto, considerando que alguns jogadores de fora do elenco de 2015 deixaram a desejar no aspecto raça.
E quando se fala nesse assunto, vem à tona o nome de Zé Augusto, uma espécie de exemplo de entrega absoluta ao clube. O atacante bicolor da década de 90 e 2000 foi coadjuvante ou protagonista de títulos importantes do clube. Presente no evento de sábado, Zé Augusto foi questionado sobre a suposta falta de entrega do elenco deste ano. Zé foi enfático. “O time foi bem até uma parte do campeonato. Sabemos que a Série B é um campeonato difícil. Mas, vimos que faltou um algo mais. Não sei falar o que foi. Mas, faltou o algo mais. Em alguns momentos, vi que faltou vontade”, avaliou. “O Paysandu é grande. Os jogadores que vêm vestir a camisa do Paysandu precisam ter essa noção, de que o clube tem uma torcida gigante. E é uma torcida que cobra. Quando tem garra, o torcedor logo ver”.
Zé Augusto foi um atacante com restrições técnicas, mas extremamente dedicado o que o levou a superar vários momentos difíceis. Está na história centenária do Papão. “A minha história no Paysandu sempre foi respeitada pelo torcedor. Fiz gols decisivos e tive garra em todos os jogos. Tem que vestir a camisa, honrar o nome do clube. Mesmo que não consiga os objetivos, jamais, pode faltar a garra. Faltou um pouco disso. A diretoria está trabalhando para que esse algo a mais não falte no ano que vem”, disse Zé Augusto. (Pararijos NEWS)