Google+ Badge

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Autor da morte de comerciante é condenado

Autor da morte de comerciante é condenado (Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)
Após júri popular, Wagner Wendel Siqueira Coelho, de 24 anos, foi condenado por homicídio qualificado. Ele é acusado de matar Adnilson Fialho Rodrigues, 50 anos. O júri foi presidido pela juíza Ângela Alice Alves Tuma, jurados do 3º. Tribunal do júri da Capital.
De acordo com informações do Tribunal de Justiça do estado do Pará (TJPA), a pena aplicada ao réu de 17 anos de reclusão será cumprida em regime inicial fechado. Na sentença, a juíza manteve a prisão do condenado que respondeu ao processo preso.
O primo do acusado Robson Batista Coelho, que está foragido, também responde por participação no crime, ocorrido em 16/05/2012, na sede campestre da Associação dos Servidores do IBAMA, local de trabalho da vítima, localizado na Estrada do Ceasa, bairro do Curio Utinga, em Belém. Dezenas de integrantes do Movida acompanharam o julgamento, ao lado dos familiares da vítima, arrendatário do bar e lanchonete da sede da Associação.
Uma das testemunhas que prestou depoimento no júri relatou aos jurados como o crime ocorreu. Morador da área, o depoente disse que trabalhava prestando serviços gerias na sede da Associação, principalmente de capinação. Nesse dia, a vítima teria mandado o jovem sair, permanecendo sozinho no local. Ao voltar, ouviu de longe os gritos do patrão e procurou se esconde no meio da mata para não ser visto, tendo identificado os dois, também moradores da área, atacando violentamente a vítima.
O depoente contou com riqueza de detalhe que enquanto Robson segurava a vítima, Wagner aplicava as facadas, nas costas, peito, e duas num dos braços da vítima, que procurou se proteger com o braço.  
No interrogatório, prestado no júri, o réu confessou parcialmente o crime, alegando que estava no local junto com o primo e que tentou impedir que o primo esfaqueasse a vítima. Os dois tinham sido proibidos de entrar na sede campestre, que aos domingos era aberta à comunidade, por suspeitas de serem autores de roubo de frutas e latas de cervejas.
(DOL/Pararijos NEWS com informações do TJPA)