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terça-feira, 11 de agosto de 2015

Professores denunciam descaso em escola

Professores e estudantes denunciam o descaso na escola Gasparino Batista da Silva localizada em Soure, no Marajó. Segundo a comunidade escolar a mesma situação havia sido denunciada há dois anos e até hoje nada foi feito na unidade e foram confirmadas na semana passada, através de um laudo da própria Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc).
A instituição foi interditada por risco de incêndio provocado por acidentes na sua rede elétrica.
Na eleição passada, o Tribunal Regional Eleitoral do Pará, retirou as sessões de votação que funcionavam dentro da escola pelo mesmo motivo. Técnicos do tribunal avaliaram os riscos de incêndio e o comprometimento do andamento dos trabalhos de votação.
A direção da instituição manteve as aulas durante o ano passado e no início deste ano. No primeiro semestre de 2015, uma das pautas de reivindicação dos professores estaduais de Soure, era a reforma da escola.
Segundo os professores, pequenos incidentes já foram registrados na instituição, como pane na rede elétrica que está em condições precárias. 
Alguns princípios de incêndio e curtos circuitos na rede, com fogo e fumaça abundantes no interior do prédio.
Uma denúncia já foi formalizada ao Ministério Público,  pelos sindicalistas que lideravam o movimento de greve, avaliando as condições do prédio para o funcionamento da instituição e os perigos que os membros da comunidade escolar correm. No entanto, a representação do Ministério Público teria enviado a denúncia para ser respondida pela diretora da Escola,  o que até hoje não foi feito.
A diretora da instituição ainda não teria recebido qualquer posicionamento da Seduc quanto a liberação de recurso para a reforma do prédio.
"Nosso ano letivo já está comprometido, devido a greve e agora esta paralisação. Ainda não querem aceitar nossa transferência. Isto é uma falta de respeito do Governo do Estado com a gente" disse uma estudante que preferiu não se identificar.
Uma reunião estava prevista para ocorrer nesta terça-feira (11) entre professores, estudantes e funcionários,  para decidir o que deverá ser feito quanto as atividades de aula.
(DOL e Pararijos NEWS com informações de Dário Pedrosa/ Diário do Pará/Sucuursal Marajó)