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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Paulo Rafael diz que não errou na decisão do Campeonato Brasileiro e pede justiça à torcida bicolor

O goleiro Paulo Rafael, tido como vilão do jogo entre Paysandu e Macaé-RJ, após tomar um gol defensável, resolveu quebrar o silêncio. Ao portal globoesporte.com, Paulo Rafael se defendeu e alegou que não considerou um erro o terceiro gol do time adversário na final do Campeonato Brasileiro.  
“Não houve falha nesse último jogo, foi um lance isolado, um toque de bola. Infelizmente o jogador deles estava cara a cara comigo, chutou forte e a bola entrou”, argumentou. Paulo Rafael se viu cara a cara com o lateral esquerdo Diego Corrêa, que tabelou com o atacante Juba. Diego bateu forte e a bola passou por debaixo da perna do goleiro do Paysandu. O lance decretou o empate em 3 a 3, placar que de o título brasileiro ao Macaé.
Paulo Rafael admite erro apenas no lance do gol do partida de ida da final da competição. “Falha teve no jogo de Macaé, lá eu reconheço. Mas quem está ali, está sujeito a tudo. E falhar, todo mundo falha”, amenizou. Na ocasião, Paulo Rafael não segurou uma bola aparentemente simples, cruzada de forma até despretensiosa. O erro de Paulo Rafael possibilitou o primeiro gol do rival na série que terminou empatada em 4 a 4. “Isso aconteceu em um jogo, mas e o resto? E tudo que eu fiz ao longo do ano, não conta? Claro que conta, por isso eu tenho certeza de que esse erro não vai influenciar na minha renovação com o Paysandu.”
Como se observa, o goleiro quer permanecer no Paysandu, o que seria possível por meio de uma renovação de contrato. O jogador considera que tem um sentimento pelo clube, lembrando que foi revelado pelo Papão. O atual presidente do Paysandu, Vandick Lima, disse que a nova gestão do clube, que assumi oficialmente só em janeiro, apesar de já estar trabalhando nos bastidores, revelou que dois goleiros serão contratados, indicando que dois dos atuais arqueiros serão liberados. Por enquanto, o plantel do time profissional conta com Matheus, Douglas e Paulo Rafael.
O Liberal